PÁGINA INICIAL
TODAS AS NOTÍCIAS
GERAL
SOBRE NÓS
ANUNCIE CONOSCO
 

TERREMOTO JURÍDICO: Advogada do Norte do Paraná é alvo de operação contra fraude de mais de R$ 3 bilhões em imposto

Publicado em: 15/07/2026

Fiscalização em Campo: Viatura da Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo participa das buscas integradas no Paraná e em território paulista contra o bilionário esquema de sonegação do ICMS; a imagem retrata o início dos trabalhos das equipes de inteligência para recolher computadores e arquivos digitais em residências e escritórios de advocacia, consolidando a cobertura em tempo real

A investida

O cerco contra os grandes esquemas financeiros fechou no Norte do Estado e uma megaoperação policial pegou o mundo do direito de surpresa nas primeiras horas da manhã.
 
Nesta quarta-feira, dia 15 de julho de 2026, quem acompanha o movimento das delegacias e dos tribunais pelos sites de notícias on-line confere os desdobramentos de uma investigação que mira um rombo bilionário. 
 
 
As equipes cumpriram mandados de busca e apreensão em Londrina e Cambé contra um suposto esquema de venda de créditos falsos para sonegar impostos estaduais.
 
Alvos conhecidos na região e ligação com escritório gigante
  • A banca na mira: A principal investigada na nossa região é a advogada Mayra de Paula, apontada pelas autoridades como peça central em um dos núcleos mais importantes da organização.
  • Parceria de peso: Segundo os relatórios do comitê de recuperação de ativos, a advogada atuava em sociedade com Nelson Wilians, dono de um dos maiores escritórios de advocacia de todo o país.
  • Varredura nas empresas: Os policiais civis e promotores do Gaeco recolheram computadores, documentos e arquivos eletrônicos na empresa De Paula Advogados, em Cambé, e em endereços ligados ao grupo.
Como funcionava o trambique dos créditos de mentira
  • Empresas fantasmas: A quadrilha utilizava empresas de fachada, inativas ou sem nenhum funcionário trabalhando para emitir notas fiscais frias e gerar créditos artificiais de ICMS.
  • Histórias inventadas: Para convencer os empresários e tentar despistar a fiscalização do governo, os suspeitos alegavam que a dinheirama vinha de direitos antigos de massas falidas ou de decisões da Justiça.
  • Prejuízo para o povo: O ICMS é o imposto que financia a saúde, a segurança e as estradas do Estado. A investigação aponta que mais de 850 empresas compraram esses papéis falsos, gerando um rombo estimado em R$ 3 bilhões.
Situação atual do processo e próximos passos
  • Ninguém foi preso: A Justiça autorizou apenas os mandados de busca em residências e escritórios para recolher provas, ou seja, não existem mandados de prisão nesta fase.
  • Investigação continua: Até o momento, não houve denúncia formal ou condenação dos envolvidos. O comitê oficial vai analisar quase 10 mil lançamentos de contas suspeitas para separar quem agiu com má-fé de quem foi enganado.

FONTES DA MATÉRIA:

 

Fonte:

A Voz de Ibaiti e Região - Pesquisa

Mais fotos

MAIS NOTÍCIAS

PUBLICIDADE