PT NUNCA MAIS - Cap. 1: Leia aqui a trajetória do partido de 1989 até 2026, nas eleições passadas e saiba por que não devemos cair na mesma cilada novamente

Publicado em: 02/10/2026
O eleitorado do passado cresceu e se desenvolveu, mas vem caindo ano após ano perante a avalanche de estelionatos fiscais que quase quebraram a nação

A MEMÓRIA DAS URNAS: Painel gráfico destaca os registros de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff reunidos em montagem jornalística sobre a trajetória partidária nacional. Informativo de utilidade pública d' A Voz de Ibaiti e Região detalha os bastidores econômicos do estelionato fiscal de 2014, apresenta a Nota do Editor voltada ao amadurecimento dos eleitores veteranos na comarca e registra as análises políticas publicadas em 02/10/2026 antes da ida às urnas neste domingo. (Foto: Arquivo / Agência Brasil / A Voz de Ibaiti e Região / ExRay Pub — Sexta-feira, 02/10/2026)

CAPÍTULO 1: As Origens da Manipulação, o Aparelhamento do Estado e o Estelionato de Dilma
 
A Farsa do Roda Viva em 1989
A fiação do projeto de poder da esquerda começou a ser desenhada há 37 anos, na histórica eleição de 1989. Durante uma sabatina ao vivo no programa Roda Viva da TV Cultura, ao ser confrontado diretamente pelos jornalistas sobre o pânico e o medo que suas propostas radicais provocavam nos empresários e nos setores produtivos, que temiam uma virada violenta no país caso ele ganhasse, o candidato disparou a frase exata para acalmar os temores de uma quebra imediata do mercado: "Não se assustem, isso não é para imediatamente, e sim para daqui a 40 anos". Essa tática de fingir moderação para enganar a população funcionou por muito tempo. Inclusive, no interior do Paraná, muitas pessoas que em 1989 sequer tinham televisão em casa ou não se importavam com os destinos da nação acabaram se tornando lulistas recentemente. No entanto, a máscara caiu e o plano de controle absoluto desmoronou ao colidir com o acúmulo de condutas investigadas dentro de sua própria cúpula.
 
Lula 1 (2003 a 2006): A Compra do Congresso
Essa trajetória de conchavos e manipulação da máquina pública ganhou o topo do país a partir de 2003, no primeiro mandato de Lula, surfando no rastro econômico positivo deixado por gestões anteriores e na alta histórica das commodities globais. Mas os bastidores entraram em curto-circuito completo em 2005 com o estouro do Mensalão. O esquema consistia no desvio de dinheiro público através de agências de publicidade e empresas estatais, como os Correios, para pagar mesadas de até 30 mil reais a deputados da base aliada. A canetada servia para garantir a aprovação de projetos de interesse do governo na marreta, ferindo de morte a independência dos poderes e a moralidade administrativa no país.
 
Lula 2 (2007 a 2010): O Assalto à Petrobras
No segundo mandato, de 2007 a 2010, a máquina iniciou um processo agressivo de aparelhamento de empresas estatais e fundos de pensão, criando a fiação oculta do Petrolão. Diretores indicados por partidos políticos superfaturavam contratos de grandes empreiteiras na Petrobras, cobrando propinas que variavam de 1% a 3% sobre o valor de cada obra. Bilhões de reais foram desviados dos cofres da maior estatal do país para abastecer o caixa de campanhas da esquerda e enriquecer operadores de bastidores, maquiando a realidade econômica com um crescimento artificial baseado em endividamento desenfreado.
 
Dilma 1 (2011 a 2014): O Início da Quebradeira
O roteiro de destruição e vaidade ganhou um capítulo ainda mais trágico com a indicação de Dilma Rousseff, uma figura tecnicamente despreparada que governou com o único propósito de dar continuidade ao projeto governamental da esquerda a qualquer custo. No seu primeiro mandato, ela aplicou a chamada Nova Matriz Econômica, forçando a redução artificial de tarifas de energia e congelando preços de combustíveis na marreta para segurar a inflação de forma puramente eleitoreira. A medida destruiu o caixa das estatais, provocou um rombo técnico na Eletrobras e na Petrobras, e preparou o terreno para um colapso fiscal sem precedentes na história moderna.
 
A Manobra Oculta da Campanha de 2014
Muitos analistas de bastidores questionavam o motivo de Lula não ter se candidatado em 2014 no lugar de Dilma Rousseff para o segundo mandato, já que a lei permitia o seu retorno e o movimento batizado como "Volta, Lula" ganhava força entre empresários e prefeitos assustados com a crise técnica da presidente. A fiação real prova que Lula recusou assumir o manche por puro cálculo tático de sobrevivência política. A cúpula do partido compreendeu que as contas públicas já estavam destruídas pela Nova Matriz e que herdar aquela herança maldita queimaria as mãos do "chefe". Dilma bateu o pé exigindo o direito de disputar a reeleição, e o comitê preferiu sacrificar a "criatura" no mandato seguinte do que desgastar a imagem do "criador", poupando Lula para o futuro.
 
Dilma ½ 2 (2015 a 2016): O Estelionato e o Impeachment
Para garantir a vitória nas urnas em 2014, o PT promoveu o maior estelionato eleitoral que o país já viu. Eles esconderam a inflação real, omitiram o rombo fiscal e utilizaram manobras ilegais nos bancos públicos — as famosas pedaladas fiscais — retirando bilhões da Caixa Econômica e do Banco do Brasil para simular uma prosperidade falsa no visor do povo humilde. A farsa desmoronou logo após o fechamento das urnas em 2015, jogando o Brasil na pior recessão de sua história, com desemprego em massa e fechamento de comércios. O mandato terminou na metade, em 2016, com o julgamento do impeachment que interrompeu esse mandato e meio de incompetência que quase quebrou o Brasil.
 
NOTA DO EDITOR: Pense Nisso! (Fechamento do Capítulo 1)
O cidadão veterano de Ibaiti e do Norte Pioneiro, que possui mais idade, rodagem nas calçadas e sempre acompanhou ou se envolveu diretamente na lida política da nossa região, sabe perfeitamente o que acontecia de verdade nos bastidores do poder em 1989 e no estelionato fiscal de 2014. Quem viveu aquela época com os olhos abertos não se deixa enganar por fumaça ideológica, pois sentiu na pele o tranco da inflação e o desemprego que quase quebraram a estrutura da nossa nação. A grande verdade é que a engrenagem do partido só conseguia prosperar capturando o voto daqueles que não possuíam o esclarecimento necessário para compreender a realidade, tornando-se alvos fáceis para as narrativas falsas e as mentiras deslavadas montadas pela cúpula do governo para se perpetuar nas cadeiras. Felizmente, o eleitorado amadureceu politicamente, o visor mudou e o povo de bem hoje acorda consciente para aplicar o canetaço da decência nas urnas. O progresso do país depende da nossa memória e da nossa seriedade. Pense nisso com sabedoria!
 
FONTE DE PESQUISA: Atas e Registros de Debates Presidenciais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE — Anos 1989 e 2014), Relatórios de Auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU), Inquéritos da Polícia Federal (2026) e arquivos d' A Voz de Ibaiti e Região.
 

Fonte:

A Voz de Ibaiti e Região - Pesquisa

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