OPERAÇÃO CORTINA DE FUMAÇA - O Futebol e a Política - Capítulo 01: O circo desabou! Goleada do Brasil (Lula) joga água no pão da crise do Panamá (José Raúl Mulino)
Publicado em: 01/06/2026
Entenda a tática do Pão e Circo: O "pão" são os auxílios que deixam o povo dependente do Estado. O "circo" é a distração dos grandes jogos. Quando a seleção vence ou joga com raça, o governante usa a euforia dos gols como uma anestesia para inflar o falso nacionalismo e fazer a população esquecer o escândalo financeiro do Banco Master e o verdadeiro golpe contra os aposentados no INSS.
O PÃO E CIRCO
A expressão "Pão e Circo" nasceu na Roma Antiga, há mais de dois mil anos, quando os imperadores distribuíam trigo de graça e organizavam lutas de gladiadores nos estádios para manter o povo alimentado e distraído. Enquanto a multidão gritava nas arquibancadas, os governantes faziam o que queriam com o poder, sem serem cobrados. Na noite deste domingo (31/05/2026), o placar elástico de 6 a 2 do Brasil contra a Seleção do Panamá no Maracanã resgatou exatamente essa velha cartilha, servindo aos interesses políticos de Luiz Inácio Lula da Silva no Brasil e de José Raúl Mulino no Panamá.
O PANAMÁ
Classificado para a Copa do Mundo no Grupo L, o governo de José Raúl Mulino contava com esse amistoso para inflar o orgulho nacional e manter a sua população anestesiada.
O plano era usar o futebol para abafar as violentas greves gerais e a forte rejeição popular contra as reformas econômicas feitas pelo presidente panamenho.
A humilhação sofrida em campo destruiu a cortina de fumaça do governo do Panamá.
Sem a ilusão de uma seleção imbatível, o "circo" político deles desabou e a população foi forçada a lembrar que o país vive sob um duro Estado de Sítio, com repressão e censura nas ruas.
O jogo expôs uma triste semelhança global: tanto no Brasil, onde a gestão de Lula tenta usar a goleada para esconder o colapso e as filas do INSS e o Caso Master, quanto no Panamá, onde a bola rola para acalmar os protestos contra Mulino, os governantes usam o mesmo manual romano de manipulação.
A diferença é que, para o Panamá, a maquiagem derreteu mais cedo.
LEIA NO CAPÍTULO 02:
- A RELAÇÃO DAS SELEÇÕES que necessitam, mais do que nunca, de um bom desempenho dentro das quatro linhas para estancar crises históricas e revoltas populares em seus países.
- E TAMBÉM, AS SELEÇÕES que já entraram para a história porque se beneficiaram diretamente com a conquista do caneco no passado, limpando a imagem de regimes cruéis.
Fique de olho no portal. A verdade por trás dos estádios você acompanha aqui!
NOTA DO EDITOR
O futebol é uma festa maravilhosa, mas não tem o poder de pagar as contas públicas e nem de devolver a liberdade de um povo oprimido. Quando a cortina de fumaça de uma goleada não funciona, a realidade nua e crua bate à porta das famílias. Que o exemplo do Panamá sirva de lição para o eleitor brasileiro: os donos do picadeiro podem tentar nos distrair com o brilho dos estádios, mas o futuro dos nossos filhos e netos se decide na coragem de fiscalizar os poderosos, e não na arquibancada. Pense nisso!
Fonte:
Da Redação c/ inf. Fifa Oficial (Copa 2026). CBF/Amistoso Internacional Pré-Mundial (31/05/2026) - Foto Montagem A Voz de Ibaiti e Região c/ a Charge de J. Cesar
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