GUERRA NA SECOM: Flávio Bolsonaro pede prisão preventiva de coordenador do Planalto por rede de mentiras
Publicado em: 26/09/2026
Notícia-Crime Protocolada no Ministério Público Eleitoral Acusa Servidor de Incentivar a Continuidade de Boato Religioso Mesmo Após Ordem de Remoção do TSE
POLÍTICA / ELEIÇÕES 2026 – A corrida pela Presidência da República entrou em estado de ebulição total e curto-circuito institucional a poucos dias da votação de primeiro turno. A equipe jurídica da campanha de Flávio Bolsonaro acionou o Ministério Público Eleitoral com um pedido de prisão preventiva e mandado de busca e apreensão contra George Marques, coordenador-geral de Estratégia e Informação da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência, acusado de comandar o impulsionamento de informações sabidamente falsas.
O Boato da Santa e a Ordem do Tribunal
A encrenca envolve uma narrativa mentirosa que foi espalhada em massa nas redes sociais com o objetivo de queimar o candidato perante o eleitorado cristão: [
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- A Mentira no Visor: Publicações coordenadas tentaram colar na vidraça de Flávio Bolsonaro a falsa informação de que ele pretendia retirar o título de Padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida. [1, 2]
- O Projeto de 2007: A fiação real mostra que a história resgatava um projeto antigo de 2007, de autoria de um ex-deputado, que foi rejeitado e arquivado pela Câmara ainda em 2008, anos antes de Flávio sequer entrar no Congresso. [1]
- O Tranco do TSE: Diante do tamanho do mar de lama, o ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral, classificou a notícia como totalmente mentirosa e ordenou a remoção imediata dos conteúdos das plataformas. [1]
O Flagrante do "Deixem o Assunto Rolar"
O dente da engrenagem oculta que motivou o pedido de cadeia foi o comportamento do funcionário da Secom logo após a decisão do tribunal: [
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- Ordem para Mentir: Segundo a denúncia, mesmo sabendo do desmentido e da ordem judicial, George Marques usou seu perfil para republicar uma mensagem que dizia: "Parem de divulgar retratação. Deixem o assunto rolar... Continuem compartilhando que nossa senhora foi atacada, precisa chegar no interior do Nordeste, no interior do Norte". A postagem foi apagada horas depois. [1, 2, 3]
- Rede Coordenada: A defesa de Flávio aponta que a conduta configura os crimes de divulgação de fatos sabidamente inverídicos na eleição, incitação ao crime e associação criminosa. O documento cita outros 29 perfis de figuras públicas atuando no mesmo circuito de desinformação. [1, 2]
- Apreensão de Celulares: Além do pedido de prisão preventiva em caráter liminar, os advogados exigem o afastamento do servidor do cargo público e a busca e apreensão de seus computadores e aparelhos celulares para recolher as provas de materialidade do delito. [1, 2]
O que Diz o Servidor e a Resposta do Planalto
O tranco na fiação fez a máquina do governo federal se mexer às pressas para soltar notas oficiais de esclarecimento no canteiro de Brasília: [
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- A Versão do Coordenador: Questionado sobre o flagrante, George Marques afirmou que mantém um perfil pessoal voltado ao humor e à política, alegando que não se lembrava do compartilhamento e que, se ocorreu, tratou-se de um "erro involuntário".
- Nota de Indignação: A Secom do Palácio do Planalto divulgou nota oficial classificando o pedido de prisão como "injusto e arbitrário". O texto diz que o candidato distorce os fatos e que a postagem foi feita em caráter estritamente pessoal, fora do expediente e em aparelho próprio, defendendo a liberdade de expressão. [1, 2, 3, 4]
NOTA DO EDITOR: Pense Nisso!
O cidadão honesto de Ibaiti e do Norte Pioneiro, que trabalha duro de sol a sol e sabe o valor da verdade, assiste a esse espetáculo de baixaria em Brasília com profunda vergonha nas calçadas. Ver um coordenador pago com o dinheiro do contribuinte dentro da Secretaria de Comunicação do palácio presidencial incentivando o compartilhamento de mentiras absurdas, mesmo depois de ordem expressa da Justiça Eleitoral, prova que a engrenagem do poder perdeu completamente o freio moral na reta final das urnas. Usar a fé católica e a imagem de Nossa Senhora Aparecida como bucha de canhão eleitoreira para destruir reputações é um ato nojento que agride o chão de fábrica da nossa democracia. O MPE precisa agir com pulso firme e cortar esse mal no osso, mostrando que a estrutura do Estado não é balcão de cangaço digital para proteger malandros de bastidores. O povo quer jogo limpo no visor! Pense nisso!
FONTE DE PESQUISA: Petição de Notícia-Crime Eleitoral (Protocolo do Plantão Judiciário do MPE — Setembro/2026), Decisão de Remoção de Conteúdo do Ministro André Mendonça (TSE), Nota Oficial de Esclarecimento da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR) e Cobertura Política do Poder360 e CNN Brasil. [
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Fonte:
A Voz de Ibaiti e Região - Pesquisa
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