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AMOR EXIGENTE - MÃOS ACOLHEDORAS - 6 º Princípio: Comportamento

Publicado em: 16/06/2021

6 º PRINCÍPIO INFLUENCIADOR –

O comportamento dos filhos afeta os pais, o comportamento dos pais afeta os filhos.

Quando nos deparamos com o problema da adicção em nossas famílias, não sabemos muitas vezes controlar essa situação? Devo fazer todos os gostos do filho? Do esposa? Se pede dinheiro dou ou não dou..o que fazer? A codependencia envolve a família como um todo, esquecemos de viver nossa vida em função do outro, se ele está bem eu tô bem, a codependencia é isso, perda da alma, adoecemos...

1ª SEMANA / Princípio com enfoque EU

Em geral, as famílias procuram pelo Amor-Exigente desejando modificar o comportamento do outro, porém, em primeiro lugar, o programa nos convida a olharmos e avaliarmos os nossos comportamentos, visando a construção da nossa sobriedade comportamental. Por vezes nos indignamos em relação aos comportamentos do outro, criticando-os e fechamos os olhos para as nossas falhas: furamos filas, jogamos entulhos em terrenos baldios, mentimos para tirar alguma vantagem, calamo-nos diante de um trôco a mais, oferecemos ou aceitamos vantagens para fecharmos um contrato, bebemos em excesso, etc.

Para influenciarmos positivamente, é fundamental fazermos das nossas atitudes um exemplo a ser seguido.

2ª SEMANA / Princípio com enfoque EU e o OUTRO

Entender o comportamento humano nos faz compreender as tomadas de nossas decisões no dia a dia, principalmente em situações que envolvem pessoas.

Nosso modo de agir não é estático, o que seria hoje uma escolha pode não ser mais amanhã.

Na maior parte do tempo, assistimos comportamentos de adultos e tentamos reproduzi-los, é dessa maneira que assimilamos novos conhecimentos e possibilidades de ação.

Quando nos tornamos adultos a tão sonhada liberdade o qual irá exigir ações e pensamentos próprios, agora somos responsáveis pelas nossas atitudes e comportamentos, a necessidade da profissão, de entender as expectativas da família dos amigos são aspectos que pesam e tendem a moldar o comportamento humano nesta fase.

Dali a pouco vc já não tá mais sozinho, constituiu família, filhos, preocupação na situação financeira, na criação dos filhos, e novamente o nosso comportamento começa a moldar de acordo com esse momento.

Pensamos no futuro dos filhos, na aposentadoria, e assim não páram, parecem não ter fim, e nos então nos damos conta que muitas coisas que eu pensava, já não penso mais.

Não possuímos o domínio sobre os comportamentos do outro, mas somos donos das nossas atitudes e esse é o segredo. Quando modificamos comportamentos, aqueles que convivem conosco, precisam se ajustar às nossas mudanças.

Não conseguimos decidir se o filho vai continuar usando drogas, mas podemos escolher não bancar as drogas que ele usa.

Não conseguimos evitar que o companheiro não beba durante a festa e volte dirigindo, mas podemos escolher chamar um táxi e não expor a família ao risco.

Se por um lado nossos comportamentos afetam o outro, os comportamentos do outro também nos afetam e precisamos nos cuidar para não adoecermos.

Numa pesquisa do Instituto Nacional de Ciencias e Tecnologia para políticas públicas do álcool e outras drogas mostrou que 57% dos casos, a família é a instituição responsável pelo tratamento do dependente químico, e que as mães são uma espécie de chefe, que tomam a frente do processo de recuperação em 46% das situações de dependência química, 45,8% das famílias ouvidas no período de 2012 e 2013 consideraram as más companhias determinantes para levar um indivíduo a consumir drogas e que 44% delas perceberam que o dependente usa drogas após comportamento agressivos apresentado dentro de casa.

Então vejam como que esses dados são importantes para que eu possa com meu comportamento estar ajudando no controle da doença cuidar dessas companhias, dialogar mais para que seja evitado esse descontrole do adicto, se eu sei que em momento de agressividade e raiva ele vai consumir drogas.

A família é um suporte extremamente importante para o tratamento do dependente. A pesquisa comprova isso, quando mostra que 58% dos casos são os parentes que custeiam internações.

A pesquisa também mostra que em seguida à internação, que muitas vezes vejam como

a primeira opção para ajudar o dependente, são os grupos de apoio, o AE, para tratar a doença.

Um dado muito relevante da pesquisa que geralmente a adicção afeta muito a situação financeira da família, porque geralmente leva-se 3 anos para tomada de decisão.

Assim, cuidar da minha saúde mental, voltar a ter qualidade de vida é fundamental nas tomadas de decisões;

No AE temos oportunidade de aprendermos a mudarmos nossos comportamentos que poderiam estar facilitando a persistência do nosso adicto no consumo de drogas.

“UMA DAS ORIENTAÇÕES MAIS IMPORTANTES QUE OUVI AQUI NO AE “O PODER DO NÃO””.

Entender que precisamos de ajuda o porquê da codependência para poder enxergar a dependência como doença que estamos diariamente nos evoluindo e aprendendo com o outro nas partilhas, sem formulas milagrosas, mas com princípios pessoal, familiar e social.

Com a mudança de comportamento, aprendendo a dizer não, cuidando de nossa saúde:

seja depressão, ansiedade, medos e culpas, conseguiremos ter forças para prosseguir na caminhada do tratamento, seja do filho, filha, esposo ou esposa.

Como diz o psicólogo....

“O FUNDO DO POÇO É O MELHOR LUGAR DO POÇO, PORQUE É LÁ QUE ESTÁ O CHÃO E É DO CHÃO QUE PODEMOS TER O IMPULSO PARA SUBIR”

PARTILHA:Pensando no outro, que atitude devo adotar em mim, visando fazê-lo ajustar à minha mudança? Que atitude devo adotar, caso o comportamento do outro tenha me afetado de forma desproporcional, deixando-me adoecido?

PARA REFLETIR

Augusto Cury: Aprendi com o Mestre dos Mestres que a...

Aprendi com o Mestre dos Mestres que a arte de pensar é o tesouro dos sábios. Aprendi

um pouco mais a pensar antes de reagir, a expor - e não impor - minhas ideias e a entender que cada pessoa é um ser único no palco da existência.

Aprendi com o Mestre da Sensibilidade a navegar nas águas da emoção, a não ter medo da

dor, a procurar um profundo significado para a vida e a perceber que nas coisas mais simples e anônimas se escondem os segredos da felicidade.

Aprendi com o Mestre da Vida que viver é uma experiência única, belíssima, mas brevíssima. E, por saber que a vida passa tão rápido, sinto necessidade de compreender minhas limitações e aproveitar cada lágrima, sorriso, sucesso e fracasso como uma oportunidade preciosa de crescer.

Aprendi com o Mestre do Amor que a vida sem amor é um livro sem letras, uma primavera

sem flores, uma pintura sem cores. Aprendi que o amor acalma a emoção, tranquiliza o pensamento, incendeia a motivação, rompe obstáculos intransponíveis e faz da vida uma agradável aventura, sem tédio, angústia ou solidão. Por tudo isso Jesus Cristo se tornou, para mim, um Mestre Inesquecível.

Por isso, hoje estou cada vez melhor e perseverante porque todo dia é o primeiro dia da minha nova vida.

FORÇA, FÉ E ALEGRIA

 

MARILZA MATTIOLLI

Fonte: Marilza Mattiolli

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