FARRA DAS VIAGENS: Justiça enquadra AGU e exige explicações de por que usar o dinheiro público para defender Janja
Publicado em: 23/09/2026
Autores de Ação Popular do Paraná Denunciam Uso Indevido da Estrutura do Estado para Blindar Primeira-Dama em Processo de Gastança Internacional
A COBRANÇA DA LEI: Imagem oficial destaca a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, em pronunciamento oficial na capital federal com letreiro jornalístico inserido na base. Reportagem d' A Voz de Ibaiti e Região detalha a ordem da Justiça Federal que deu prazo de quinze dias para a Advocacia-Geral da União explicar e comprovar os requisitos legais de sua atuação institucional na defesa da cônjuge do presidente, analisa as contradições nas portarias citadas e registra a denúncia de gastos com passagens e diárias proposta por lideranças do Paraná nas eleições de 2026. (Foto: Canal GOV / Captura de Tela / A Voz de Ibaiti e Região / ExRay Pub — Quarta-feira, 23/09/2026)
POLÍTICA / GASTANÇA – O canteiro político e jurídico de Brasília entrou em estado de curto-circuito total com a explosão de mais um racha envolvendo os altos escalões do poder. Em uma decisão contundente que chacoalhou os gabinetes federais, a Justiça Federal ordenou que a Advocacia-Geral da União apresente, no prazo corrido de quinze dias, os documentos e justificativas legais que basearam a decisão do órgão de assumir a defesa jurídica particular da primeira-dama, Rosângela da Silva, a Janja.
A Origem do Tranco no Tapetão
Quem opera com a legítima visão de águia nas calçadas do nosso Estado sabe que a fiação dessa denúncia nasceu direto do chão de fábrica da oposição paranaense:
- Pente-Fino do Paraná: A ação popular foi protocolada na Justiça pelo vereador de Curitiba, Guilherme Kilter, e pelo advogado Jeffrey Chiquini, ambos integrantes do partido NOVO.
- A Farra no Visor: O processo bota a boca no trombone e questiona de forma severa as despesas e os gastos públicos astronômicos com viagens internacionais feitas pela primeira-dama desde o ano de 2024, incluindo agendas de luxo pelo exterior em que ela esteve desacompanhada do chefe de Estado.
- Cobrança de Devolução: Os autores pedem a anulação imediata de todas as autorizações de despesas, diárias e passagens aéreas custeadas com o suor do trabalhador, exigindo o ressarcimento integral do dinheiro de volta aos cofres da União.
O Nó Cego das Desculpas da AGU
A gota d'água que irritou os disjuntores da 9ª Vara Federal Cível de Brasília foi a fumaça de argumentos contraditórios apresentada pelos defensores do governo:
- Escondeu os Papéis: A AGU sustentou no balcão que a defesa era regular porque Janja teria feito um requerimento administrativo interno. Porém, a juíza Maria Cecília de Marco Rocha pegou o órgão no pulo e apontou que esse procedimento simplesmente não foi anexado ao processo.
- Curto-Circuito de Leis: Para piorar a situação de bastidores, a magistrada flagrou que a AGU citou normas internas e portarias totalmente diferentes e divergentes para tentar justificar o injustificável, sem deixar claro qual regra efetivamente autorizou a blindagem.
- Exigência Máxima: Agora, sob a pressão dos 380v da lei, o órgão governamental terá de arrancar das gavetas o parecer jurídico original e o ato assinado que autorizou a representação, sob o risco de ter a atuação declarada totalmente ilegal.
NOTA DO EDITOR: Pense Nisso!
O trabalhador honesto de Ibaiti e do Norte Pioneiro, que acorda na lida do sítio de madrugada e rala duro pagando impostos caríssimos para colocar o pão na mesa da família com dignidade, assiste a esse deboche de Brasília com profunda indignação. Ver a Advocacia-Geral da União, que deveria usar a sua estrutura de aço para defender os interesses do país e o dinheiro do povo, virar banca de advogados particulares para blindar viagens internacionais de primeira-dama é uma vergonha que corta no osso. O dinheiro público pertence aos hospitais, às escolas e à segurança do nosso quintal, e não para bancar mordomias no exterior com desculpas esfarrapadas. Parabéns às lideranças da nossa terra que peitaram o sistema nas calçadas e exigiram transparência nua e crua. O Brasil precisa acordar e ligar os disjuntores da moralidade! Pense nisso!
FONTE DE PESQUISA: Despacho Decisório de Juntada da 9ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária do Distrito Federal (TRF-1 — Setembro/2026), Petição Inicial de Ação Popular Eletrônica (Nº de Registro Originário), Relatórios de Empenho de Diárias do Diário Oficial da União e Arquivo de Cobertura de Bastidores do Jornal O Globo e Revista Oeste.
Fonte:
A Voz de Ibaiti e Região - Pesquisa
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