LUTA PELA VIDA: Filhote de onça-parda é internado em estado grave no Hospital Veterinário da UniFil
Publicado em: 24/08/2026
Animal de 6 Meses foi Resgatado na Região de Maringá Muito Magro e com Ferida Grave na Pata; Há Risco de Morte
ANIMAL SILVESTRE / REGIONAL – A equipe de médicos veterinários do Hospital Veterinário da UniFil, em Londrina, está mobilizada em uma verdadeira operação de emergência para salvar a vida de um filhote fêmea de onça-parda. O animal, uma jovem de aproximadamente 6 meses de idade e pesando apenas 12 quilos, foi transferido para a unidade de saúde em estado extremamente delicado e permanece internado sob cuidados intensivos na UTI.
O Resgate e a Falta de Primeiros Socorros
De acordo com o relato oficial da médica veterinária Daniele Martina, que atua no Centro de Atendimento da Fauna Silvestre, a pequena onça foi capturada no último sábado após um chamado de socorro na região de Maringá. No entanto, o felino não recebeu os primeiros socorros adequados e necessários no momento do resgate inicial, o que acabou agravando consideravelmente as suas condições de saúde ao longo do final de semana.
O Quadro Clínico e o Risco de Amputação
Diante da gravidade da situação, o filhote foi trazido às pressas em caráter de urgência para o hospital especializado na manhã de domingo. O scanner médico constatou que a onça chegou extremamente desidratada, fraca e caquética — termo usado para descrever quando o corpo está excessivamente magro, desnutrido e debilitado, restando apenas pele e osso.
Risco de Amputação e até Morte
Segundo a médica veterinária Daniele Martina, além da desnutrição severa, o animal apresenta uma ferida aberta e dilacerada muito grave em uma das patas. A médica-veterinária alerta que a lesão é profunda e existe o risco real de a onça precisar passar por uma cirurgia de amputação para remover o membro afetado. Devido ao estado geral de fraqueza extrema, confirma que o filhote corre risco de morrer. Toda a equipe trabalha sem parar no tratamento para tentar recuperar a pata do felino e garantir que, após ganhar peso e se curar, a oncinha possa ser devolvida em segurança para a natureza.
Fonte:
A Voz de Ibaiti e Região - Inf. Ricardo da Guia - Assessoria
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