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ABSURDO HISTÓRICO: Gastos com publicidade no Governo Lula superam R$ 1,1 bilhão; PL aciona o TSE

Publicado em: 27/07/2026

ORÇAMENTO BILIONÁRIO: Imagem ilustrativa retrata o salto nos gastos com propaganda institucional da Presidência da República. O montante acumulado pago com publicidade superou a marca de R$ 1,1 bilhão, motivando uma ação judicial do Partido Liberal (PL) junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por suposto excesso de despesas no primeiro semestre de 2026. (Arte: O Informativo / ExRay Pub
 
PLANTÃO BRASIL A gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva atingiu um patamar recorde de gastos com publicidade institucional. Dados consolidados da Secretaria de Comunicação Social (Secom), do Siop e do Sistema Siga Brasil indicam que, no acumulado dos primeiros seis meses de 2026, foram pagos R$ 255,3 milhões em propaganda apenas na estrutura da administração direta da Presidência, registrando o maior volume semestral para o setor desde 2009.
 
Salto nos Gastos e Questionamentos Jurídicos
Considerando todo o balanço federal desde o início do mandato, o total destinado a campanhas publicitárias já supera a marca histórica de R$ 1,1 bilhão, ultrapassando os tetos de gestões anteriores. As despesas liquidadas com publicidade institucional no primeiro semestre de 2026 ficaram 57% acima do mesmo período de 2025 (descontada a inflação) e saltaram impressionantes 219% quando comparadas ao total registrado em 2022, último ano do governo Bolsonaro. Para a segunda metade do ano, o orçamento federal prevê mais R$ 584,7 milhões já empenhados para a área de comunicação.
Diante do volume bilionário de recursos, o Partido Liberal (PL) acionou formalmente o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A legenda solicita a suspensão imediata das campanhas governamentais sob a alegação de excesso de gastos em ano eleitoral, citando as mudanças na legislação aprovadas em 2022 que limitam o empenho de verbas publicitárias nesses períodos públicos.
 
Defesa da Secom
Em resposta oficial aos questionamentos, a Secom informou que apenas 17,3% dos pagamentos realizados no primeiro semestre de 2026 correspondem a despesas orçamentárias contraídas dentro do próprio ano vigente. Segundo a secretaria, a maior parte do montante bilionário refere-se a "restos a pagar" e ao cumprimento de contratos antigos herdados de exercícios passados. A Secom assegurou ainda que todas as ações cumprem rigorosamente a legislação eleitoral e visam exclusivamente divulgar serviços públicos essenciais.
 
Fonte de Dados da Pesquisa: Secretaria de Comunicação Social (Secom) / Sistema Siga Brasil / Levantamento Estadão Broadcast.
 

Fonte:

A Voz de Ibaiti e Região - Pesquisa

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